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Conheça 5 formas de faturar online com baixo investimento

Conheça 5 formas de faturar online com baixo investimento

 

O Brasil é um dos cinco países do mundo onde a internet tem o maior alcance entre a população. De acordo com a Pesquisa Nacional por Amostra de Domicílios (Pnad), mais da metade dos domicílios brasileiros tem conexão fixa à internet. Com a popularização do serviço, várias oportunidades de negócios com baixo investimento e infraestrutura mínima se desenvolveram.

Separamos abaixo cinco opções de negócios que representam mercados férteis para serem explorados. No entanto, é necessário lembrar que dinheiro nunca vem fácil: é necessário ter dedicação e conhecimentos técnicos e de gestão empresarial para que a oportunidade não se transforme em prejuízo.

Franquias home-based

Facilidades como uma marca e modelos de negócios consolidados fazem com que as franquias e microfranquias sejam excelentes oportunidades mesmo diante de uma crise econômica. De acordo com a Associação Brasileira de Franchising (ABF), o setor teve um crescimento de 9,2% no primeiro trimestre do ano, com um faturamento de R$ 31,3 bilhões no período.

No entanto, não é necessário fazer um aporte financeiro milionário em grandes marcas para se tornar um gestor de franquia. Existem opções para todos os mercados, incluindo serviços digitais e home-based – ou seja, com serviços que podem ser oferecidos a partir da própria casa. Com investimentos a partir de R$ 3 mil, um computador com acesso à internet e uma estação de trabalho, é possível comprar os direitos da franquia e começar a operar.

Uma das maiores vantagens do modelo é a previsibilidade. Em geral, as empresas franqueadoras já informa de quanto será o faturamento mensal e em quanto tempo o franqueado poderá recuperar o investimento. Por outro lado, o franqueado deve ter consciência de que representa a marca e que o sucesso também depende dele.

Exemplos: franquias de administração de condomínios, serviços caseiros, manutenção de computadores e sistemas, marketing digital, etc.

E-commerce

O Brasil sempre teve um bom desempenho no segmento varejista. Com entrada da internet na ciranda, os negócios de venda de produtos online dispararam. Basta ver o sucesso das empresas da B2W (Submarino, Shoptime e Americanas.com), Mercado Livre (iniciada na Argentina, mas que passou a operar no Brasil após dois meses de fundação) e, principalmente, as pequenas operações que trabalham com produtos específicos: calçados, itens nerds, bolsas, livros, instrumentos musicais, dentre outros.

Com a demanda, surgiram também plataformas especializadas em lojas virtuais que permitem a criação de e-commerces com apenas alguns cliques. Além dos custos com a produção dos itens – algo que o empreendedor deve dominar –, os gastos com a plataforma podem ser bem reduzidos, mas é preciso ser cauteloso com a logística.

O Brasil é um país enorme e envios de produtos podem ser um desafio. Se houver algum problema com o produto, mesmo que tenha sido provocado pelos Correios ou pela transportadora, é a loja quem vai ter a reputação arranhada. Portanto é fundamental dominar tanto a logística quanto o não menos importante atendimento ao consumidor. Afinal, o cliente está comprando solução, e não problema.

Por fim, o empreendedor deve gerenciar bem o estoque para não deixar a desejar se surgir uma onda repentina de pedidos – como foi o caso da pequena livraria e editora Lote 42, que prometeu 10% de desconto para cada gol que a Seleção Brasileira sofresse na final da Copa do Mundo de 2014.

Marketing digital

A internet ainda tem seus mistérios para a maioria dos usuários. Todos os dias os algoritmos de motores de buscas e redes sociais sofrem mudanças que podem derrubar a audiência de páginas, metadados e palavras-chave de produtos precisam ser ajustados, novas ferramentas surgem e antigas deixam de existir. Para ajudar outras empresas a lidarem com essas variáveis, é essencial a assessoria de um especialista em marketing digital, profissional que vai fazer com que uma página e seus produtos sejam encontrados com mais facilidade por potenciais clientes.

Para abrir um negócio no ramo de marketing digital e começar a prospectar clientes, não é preciso muito mais do que um pequeno escritório dentro de casa – embora seja necessário ir a eventos e encontros para ampliar a rede de contatos. Como não se trata de um produto, mas de um serviço, o custo se baseia, em grande parte, na formação intelectual do profissional e nas ferramentas digitais que ele utiliza.

Além de dominar as ferramentas e conhecer a fundo o comportamento do consumidor online, o profissional de marketing digital precisa entender de gestão e negócios – em última análise, marketing digital é marketing, e está envolvido em toda a estratégia empresarial.

Infoprodutos

Você é especialista em algo ou domina uma habilidade que poderia compartilhar com outras pessoas – como, por exemplo, tocar um instrumento ou produzir belas peças de artesanato? Você pode monetizar essa capacidade transformando-a em um infoproduto, que nada mais é do que um produto que se baseia em informações. Nos últimos anos tem crescido a demanda por instrução e capacitação, sobretudo à distância. As pessoas chegam do trabalho e querem desenvolver uma nova habilidade. E aí podem encontrar a sua oferta.

A principal vantagem é que a venda de infoprodutos pode ser realizada como uma atividade secundária, complementar ao trabalho tradicional. Assim, torna-se uma outra fonte de renda.Para vender infoprodutos, na maioria dos casos é necessário ter desenvoltura para aparecer na frente da câmera e/ou do microfone e apresentar. Em muitos casos, as pessoas passam a ser o centro das atenções no lugar do próprio produto.

Secretariado virtual

Com o aumento no número de empresas no Brasil, cresce também a demanda por profissionais que cuidam de toda a parte burocrática, agendamentos e broncas em geral. Ao invés de ter uma secretária ou secretário particular, o empreendedor pode terceirizar esse tipo de serviço e contratar uma empresa que trabalhe apenas com secretariado, reduzindo custos com encargos trabalhistas.

Para atuar nesse mercado, é necessário ter ao menos um curso de secretariado e dominar um segundo idioma. É recomendável que o profissional tenha experiência com rotinas administrativas e secretariais, além de perfil empreendedor. A estrutura de trabalho deve incluir armários para guardar documentos com segurança.

 

Fonte: www.administradores.com.br